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	<title>Dinheiropedia &#187; JPR</title>
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	<description>A enciclopédia do dinheiro</description>
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<title>Dinheiropedia</title>
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		<title>Gestão financeira pessoal</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 00:53:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>JPR</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[créditos consolidados]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>A gestão financeira consiste no planeamento, análise, e tomada de decisões relacionadas com a gestão do dinheiro. Uma boa gestão do orçamento familiar resulta assim de um equilíbrio entras as receitas e as despesas, ou seja, entre o que se ganha e o que se gasta. </p>
<p><a href="http://www.dinheiropedia.com/gestao-financeira-pessoal/" class="more-link">Ler mais sobre Gestão financeira pessoal&#8230;</a></p>
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</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A gestão financeira consiste no planeamento, análise, e tomada de decisões relacionadas com a gestão do dinheiro. Uma boa gestão do orçamento familiar resulta assim de um equilíbrio entras as receitas e as despesas, ou seja, entre o que se ganha e o que se gasta. </p>
<p>Uma administração saudável das finanças pessoais é essencial para que se atinja esse equilíbrio. Por essa razão, cada família deve começar por identificar onde gasta o dinheiro e eliminar o desperdício financeiro, de forma a aumentar o seu rendimento disponível, para a realização dos seus projectos. Muitos de nós não temos ideia do dinheiro gasto em coisas supérfluas. </p>
<p>Gerir bem as finanças pessoais não significa ganhar mais, mas sim fazer uma distribuição melhor de onde se gasta o dinheiro. </p>
<p>Além das grandes despesas como a prestação da casa ou do carro, é também importante estar atento às pequenas despesas da família. Embora, à partida, pareçam insignificantes, tudo somado pode acabar por representar uma grande fatia do orçamento familiar que, por vezes, pode estar a ser um travão para a realização de alguns projectos e objectivos, ou simplesmente para se ter uma vida mais desafogada. </p>
<p>Para conseguir controlar estas pequenas despesas é vital fazer, diariamente, uma listagem de todas as contas pagas, de cada cêntimo que sai da carteira, para que, chegado ao fim do mês, saiba exactamente onde está a gastar o dinheiro. </p>
<p>Para qualquer plano de gestão financeira funcionar, há primeiro que tudo, saber onde e quando gastamos o nosso dinheiro. Depois de saber claramente onde gasta o seu dinheiro, eventualmente realizando este exercício ao longo de três meses, poderá analisar em média quanto gasta em refeições, diversão, transportes, empréstimos, energia, etc., poderá facilmente identificar despesas inúteis, as quais facilmente poderá evitar e riscar do seu orçamento. </p>
<p>É importante que comece a analisar as suas despesas mensais. Dessa forma poderá conseguir identificar um eventual desperdício financeiro e, assim, reduzir as despesas desnecessárias. </p>
<p>Depois poderá levar o seu esforço mais longe e partir para outras acções: </p>
<p><strong>Crie um fundo de poupança de emergência</strong><br />
O ideal é que consiga ter um montante suficiente que corresponda a pelo menos seis meses dos seus encargos fixos mensais, no sentido de prevenir eventuais situações imprevistas. </p>
<p><strong>Faça um seguro</strong><br />
Para prevenir imprevistos, é importante proteger (seguro de vida, seguro de crédito, etc) a pessoa que mais ganha dinheiro em casa e, assim, contribuir mais para o orçamento familiar e garantir que situações imprevistas sejam cobertas.<br />
<strong><br />
Planear a reforma</strong><br />
É aconselhável que um terço do valor que poupa seja destinado para a sua reforma. </p>
<p><strong>Negociar os contratos</strong><br />
Negoceie os seus créditos e seguros. Negoceie os prazos e taxas, se isso não for suficiente, faça <a href="http://www.ocreditoconsolidado.com/">consolidação de créditos</a>. </p>
<p>Uma atitude positiva em relação ao seu orçamento e uma boa gestão dos seus ganhos e despesas irão ajuda-lo em todos os seus projectos. </p>
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		<title>10 mandamentos do homebanking</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 20:08:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>JPR</dc:creator>
				<category><![CDATA[Serviços]]></category>
		<category><![CDATA[homebanking]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Quando utilizar a internet para aceder à sua conta bancária, siga as seguintes dicas para verificar nomeadamente a autenticidade do site que está a visitar e para garantir que não está a fornecer os sues dados a terceiros.</p>
<p><a href="http://www.dinheiropedia.com/10-mandamentos-do-homebanking/" class="more-link">Ler mais sobre 10 mandamentos do homebanking&#8230;</a></p>
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</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando utilizar a internet para aceder à sua conta bancária, siga as seguintes dicas para verificar nomeadamente a autenticidade do site que está a visitar e para garantir que não está a fornecer os sues dados a terceiros.</p>
<p>1. Quando quiser aceder ao site do seu banco, escreva o endereço electrónico em vez de carregar a ligação através de um link;</p>
<p>2. A maior parte dos bancos utiliza uma chave de autenticação com números, pedindo normalmente apenas 3 números dessa matriz para confirmar as transacções. Se algum dia lhe pedirem a totalidade dos algarismos, significa que está num sítio pirata;</p>
<p>3. Quando se preparar para aceder à conta, minimize a página. Se o teclado não for minimizado, o sítio a que está a aceder não é o da sua instituição bancária;</p>
<p>4. Sempre que entrar no site do banco, digite uma senha de acesso que não a sua. Se aparecer uma mensagem de erro significa que o sítio é realmente do banco, porque o sistema tem como verificar a senha digitada. Mas se digitar a senha errada e não acusar erro trata-se de um sítio de mal feitores;</p>
<p>5. Sempre que entrar no site do banco, verifique se no rodapé da página aparece o ícone de um cadeado ou de uma chave. Isso garante até certo ponto que se trata de uma ligação segura;</p>
<p>6. Antes de enviar qualquer dado pessoal pela internet, certifique-se que os dados que passará via digital serão codificados. Procure por uma chave ou cadeado na parte inferior esquerda da janela do browser e clique 2 vezes sobre esse ícone. Se não abrir uma janela com informações sobre a autenticidade do sítio a que está a aceder, trata-se de um sítio pirata. Além disso, verifique se o endereço electrónico do site de homebanking começa por &#8220;https&#8221; (ligação segura) em vez de &#8220;http&#8221;;</p>
<p>Além disto há mais uma série de procedimentos que deverá ter em atenção, nomeadamente: </p>
<p>7. Instale um antivírus e mantenha-o permanentemente actualizado. Não actualizar o antivírus é quase o mesmo que não o ter;</p>
<p>8. Esteja atento às actualizações de segurança que os fornecedores credíveis de software disponibilizam e aplique-as de acordo com as instruções que são fornecidas;</p>
<p>9. Não abra mensagens de correio electrónico sem garantir a identidade do remetente e confirmar o assunto. Caso duvide da origem da mensagem de correio electrónico apague-a de imediato sem executar qualquer ficheiro ou anexo que conste da mesma;</p>
<p>10. Não escolha códigos de identificação óbvios ou facilmente identificáveis (ex.: 111111;123456, password). Memorize-os e nunca os faculte a terceiros;</p>
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		<title>Taxas importantes no recurso ao crédito</title>
		<link>http://www.dinheiropedia.com/taxas-importantes-no-recurso-ao-credito/</link>
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		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 19:18:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>JPR</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Euribor]]></category>
		<category><![CDATA[Spread]]></category>
		<category><![CDATA[TAE]]></category>
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		<category><![CDATA[TAN]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa de Esforço]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Nos últimos anos, com a maior facilidade de se recorrer ao crédito por parte das famílias portuguesas, praticamente toda a gente possuir ou já recorreu ao crédito alguma vez. Com vista a dar mais transparência ao mercado de crédito ao consumo, estabeleceu-se a obrigatoriedade da indicação de algumas taxas nas comunicações comerciais, incluindo a publicidade, relativas ao crédito ao consumo, de forma a facilitar a avaliação de cada produto financeiro. De seguida referem-se algumas taxas que deverá conhecer sempre que recorra ao crédito.  </p>
<p><a href="http://www.dinheiropedia.com/taxas-importantes-no-recurso-ao-credito/" class="more-link">Ler mais sobre Taxas importantes no recurso ao crédito&#8230;</a></p>
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</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos anos, com a maior facilidade de se recorrer ao crédito por parte das famílias portuguesas, praticamente toda a gente possuir ou já recorreu ao crédito alguma vez. Com vista a dar mais transparência ao mercado de crédito ao consumo, estabeleceu-se a obrigatoriedade da indicação de algumas taxas nas comunicações comerciais, incluindo a publicidade, relativas ao crédito ao consumo, de forma a facilitar a avaliação de cada produto financeiro. De seguida referem-se algumas taxas que deverá conhecer sempre que recorra ao crédito.  </p>
<p><strong>TAEG</strong> (Taxa Anual Efectiva Global) &#8211; Por Taxa anual efectiva global entende-se como sendo o custo total do crédito para o consumidor expresso em percentagem anual do montante do crédito concedido. No cálculo da TAEG incluem-se despesas de cobrança de reembolsos e pagamentos de juros bem como restantes encargos obrigatórios a suportar (impostos, selagem, comissões e seguros de vida).</p>
<p><strong>TAN</strong> (Taxa de Juro Anual Nominal) é a taxa à qual são calculados os juros do crédito, reflectindo o preço pelo qual as Entidades Financeiras emprestam dinheiro aos seus Clientes, sem incluir impostos ou outros encargos. Essa taxa, aplicada sobre o valor financiado (capital) e pelo prazo contratado, produz juros que são pagos juntamente com as prestações do crédito. Normalmente, as prestações incluem capital e juros para que o valor do empréstimo contraído se encontre totalmente liquidado no final do prazo.</p>
<p><strong>TAE</strong> (Taxa Anual Efectiva), traduz a taxa de juro nominal contratada, a frequência de pagamentos das prestações e os encargos iniciais do empréstimo Esta taxa reflecte todos os custos associados (seguros, comissões,&#8230;) aquando da realização de um empréstimo. Assim sendo, quando quiser contrair um empréstimo, deve analisar esta variável de banco para banco. A TAE- taxa anual efectiva, é usada, principalmente, no crédito à habitação.</p>
<p><strong>TAER</strong> (Taxa Anual Efectiva Revista) reflecte de uma forma mais global os custos do empréstimo e produtos/serviços associados. Desta forma, é mais fácil saber se uma eventual redução do spread é realmente compensadora, sobretudo ao comparar propostas com outros bancos. A <a href="http://www.ocreditohabitacao.com/tag/taer/">TAER</a> É uma taxa que contempla eventuais encargos associados à subscrição de produtos ou serviços acessórios, para além dos custos já incluídos na TAE.</p>
<p><strong>Spread</strong> é a margem financeira aplicada pelos bancos, sobre uma determinada taxa de referência. Na grande maioria dos casos, está associado ao crédito à habitação. O spread é variável consoante a liquidez do cliente, volume de empréstimo e prazo associado. É uma percentagem agregada a um indexante.</p>
<p><strong>Euribor</strong> é a taxa de juro média à qual os bancos da zona Euro, vão emprestar dinheiro entre si, definida por 57 bancos de países da UE e de outros países. Estes bancos seleccionados (fora da zona Euro), trabalham muito com o Euro, daí serem escolhidos. A euribor é calculada diariamente e é a taxa de referência utilizada no cálculo da taxa de juro dos empréstimos.</p>
<p><strong>Taxa de Esforço</strong> – o rácio entre o serviço da dívida, i.e., o que se paga de prestações dos créditos mensalmente, e o rendimento disponível. É o que mede a capacidade de cumprimento dos particulares. A <a href="http://www.ocreditopessoal.com/taxa-de-esforco/">Taxa de Esforço</a> é importante para evitar o sobreendividamento. </p>
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		<title>Escolher o seguro automóvel</title>
		<link>http://www.dinheiropedia.com/escolher-o-seguro-automovel/</link>
		<comments>http://www.dinheiropedia.com/escolher-o-seguro-automovel/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 00:25:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>JPR</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ramo Automóvel]]></category>
		<category><![CDATA[Automóvel]]></category>
		<category><![CDATA[Seguro]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Escolher bem o seguro automóvel é quase tão ou mais importante do que escolher o próprio automóvel ou outro veículo, podendo evitar-lhe muitas dores de cabeça no futuro. O Seguro automóvel é obrigatório e é uma das partes importantes do equipamento de um. Em caso de acidente, pode haver feridos que resultem em incapacidades permanentes ou morte, pode haver lugar a processos judiciais, despesas médicas e danos à propriedade e pode ser responsabilizado por isso. Por isso a escolha do seguro é importante e convém estar atento a formas de <a href="http://www.oseguroautomovel.com/5-dias-para-pagar-menos-pelo-seu-seguro-automovel/">pagar menos pelo seguro automóvel</a>.</p>
<p><a href="http://www.dinheiropedia.com/escolher-o-seguro-automovel/" class="more-link">Ler mais sobre Escolher o seguro automóvel&#8230;</a></p>
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</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Escolher bem o seguro automóvel é quase tão ou mais importante do que escolher o próprio automóvel ou outro veículo, podendo evitar-lhe muitas dores de cabeça no futuro. O Seguro automóvel é obrigatório e é uma das partes importantes do equipamento de um. Em caso de acidente, pode haver feridos que resultem em incapacidades permanentes ou morte, pode haver lugar a processos judiciais, despesas médicas e danos à propriedade e pode ser responsabilizado por isso. Por isso a escolha do seguro é importante e convém estar atento a formas de <a href="http://www.oseguroautomovel.com/5-dias-para-pagar-menos-pelo-seu-seguro-automovel/">pagar menos pelo seguro automóvel</a>.</p>
<p>No entanto, não compre seguros de que não precisa ou que possuem coberturas desnecessárias, que o farão pagar um prémio mais elevado do que o eventual benefício que poderá ter em caso de acidente. Comece por definir que valor atribui ao seu carro (no caso de ser um usado) e saiba quais são as principais coberturas disponíveis. Na altura de decidir, leia bem todo o contrato e clarifique o que não perceber.</p>
<p>Um factor importante na escolha é a comparação de diferentes produtos disponibilizados pelas Seguradoras. A maior parte delas disponibiliza simuladores online que facilitam todo o processo comparativo.</p>
<p><strong>Seguro obrigatório de responsabilidade civil automóvel</strong> (seguro contra terceiros)</p>
<p>Este tipo de seguro é importantíssimo, cobrindo os danos pessoais e ou materiais causados a terceiros. Mesmo que o seu carro tenha um baixo valor comercial, os danos que pode causar em caso de acidente podem ser ilimitados e a factura de indemnizações e processos judiciais pode assustar. É um risco que os condutores ou proprietários de automóveis e outros veículos correm. Por isso, precisam de estar descansados em relação à eventualidade de um acidente provocar despesas muito elevadas. Além do mais, este seguro é obrigatório por lei.</p>
<p>O que se justifica plenamente, uma vez que garante que todos os eventuais acidentes podem ter recuperação e que não terá de desembolsar essa quantia. A falta deste seguro pode dar direito a apreensão do veículo, pagamento de uma coima e, em caso de acidente, responsabilização do condutor ou do dono da viatura pelo pagamento de eventuais indemnizações.</p>
<p><strong>Capital facultativo</strong></p>
<p>Apesar de o valor mínimo seguro obrigatório ser de 600 mil euros, o melhor que tem a fazer é comprar um seguro que cubra mais do que aquilo que pensa que pode precisar. Prefira um seguro que lhe ofereça protecção ilimitada.</p>
<p><strong>Assistência em viagem</strong></p>
<p>Assegura um eventual reboque em caso de acidente em viagem, o transporte de pessoas e bens e, nalguns casos, um carro de substituição.</p>
<p><strong>Garantia de protecção jurídica</strong></p>
<p>Garante defesa jurídica em caso de acidente, uma protecção que começa a fazer sentido, à medida que os pedidos de indemnização se vão tornando mais habituais. Esta cobertura pode ser a diferença entre gastar uma fortuna com advogados ou ter essa situação assegurada.</p>
<p><strong>Cobertura de pessoas transportadas</strong></p>
<p>Assegura indemnizações aos ocupantes do veículo seguro, independentemente da responsabilidade do acidente.</p>
<p><strong>Cobertura de actos maliciosos</strong></p>
<p>Pode ser uma protecção e uma tranquilidade para quem mora em zonas complicadas, mas vai encarecer muito o preço do seguro.</p>
<p><strong>Cobertura de privação temporária do uso</strong></p>
<p>A não ser que a sua vida dependa de ter o carro à porta ou não tenha outra maneira de se deslocar, se calhar não faz muito sentido.</p>
<p><strong>Cobertura de cataclismos naturais</strong></p>
<p>Geralmente nestas circunstâncias há coisas mais importantes com que se preocupar. Poderá nunca ter que accionar esta cobertura.</p>
<p><strong>Seguro de danos próprios</strong></p>
<p>Garante o pagamento dos prejuízos no veículo segurado, mesmo que o seu condutor tenha sido o responsável pelo acidente. Choque, colisão ou capotamento, bem como incêndio, raio ou explosão são algumas das coberturas habituais. Pense se o valor do seu automóvel justifica o valor adicional ao prémio que terá de pagar por este seguro, defenda-se melhor e prefira reforçar o seguro de responsabilidade civil.</p>
<p>Esteja atento também às <a href="http://www.oseguroautomovel.com/seguradoras-low-cost/">seguradoras Low-cost</a>, estas possuem custos operacionais bastante menores e conseguem por isso valores mais baratos comparando as mesmas coberturas.</p>
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		<title>Certificados de aforro</title>
		<link>http://www.dinheiropedia.com/certificados-de-aforro/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 22:34:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>JPR</dc:creator>
				<category><![CDATA[Produtos]]></category>
		<category><![CDATA[aforro]]></category>
		<category><![CDATA[Euribor]]></category>
		<category><![CDATA[investimento]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[risco]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O Certificado de Aforro é um título de dívida pública emitido pelo Estado Português, unicamente para pessoas singulares. O valor nominal de cada certificado de aforro é de 1 euro e o limite mínimo de subscrição é de 100 unidades, sendo que cada pessoa só pode deter 250.000 unidades no máximo.</p>
<p><a href="http://www.dinheiropedia.com/certificados-de-aforro/" class="more-link">Ler mais sobre Certificados de aforro&#8230;</a></p>
<p class="akst_link"><a href="http://www.dinheiropedia.com/?p=27&#38;akst_action=share-this"  title="Enviar por email, guardar no del.icio.us, sapo tags, etc." id="akst_link_27" class="akst_share_link" rel="nofollow">Partilhar</a>
</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Certificado de Aforro é um título de dívida pública emitido pelo Estado Português, unicamente para pessoas singulares. O valor nominal de cada certificado de aforro é de 1 euro e o limite mínimo de subscrição é de 100 unidades, sendo que cada pessoa só pode deter 250.000 unidades no máximo.</p>
<p>A par dos depósitos a prazo, os certificados de aforro são a melhor opção para quem evita, a todo o custo, a exposição a quaisquer riscos, no momento de investir. Estes são conhecidos como o produto de poupança do Estado, mas estão cada vez mais a perder esse estatuto, e tudo por culpa da forte queda da rendibilidade oferecida.</p>
<p>Os certificados de aforro foram criados para atrair as <a href="http://www.ocreditoconsolidado.com/dicas-para-poupar/">poupanças</a> dos pequenos investidores, e têm sido um instrumento seguro, a que os aforradores recorrem em momentos de maior instabilidade financeira. O risco assumido é praticamente nulo pois, ao adquiri-los, o investidor está a comprar dívida do Estado.</p>
<p>E esta é mesmo a única forma de investir directamente na dívida pública. Mas é, também, a menos rentável, estando a remuneração totalmente dependente da evolução dos juros da Zona Euro, actualmente no nível mais baixo de sempre.</p>
<p>Com os sucessivos cortes de juros efectuados pelo Banco Central Europeu, até 1%, assistiu-se a uma descida vertiginosa das Euribor, taxas interbancárias utilizadas como indexante para o retorno dos certificados. A Euribor a três meses, que determina o juro aplicado a estes títulos de dívida pública, tem atingido mínimos históricos sucessivos.</p>
<p>Os produtos de aforro são instrumentos de dívida criados com o objectivo de captar a poupança das famílias. Têm como característica principal o serem distribuídos a retalho, isto é, serem colocados directamente juntos dos aforradores e terem montantes mínimos de subscrição reduzidos. Os produtos de aforro só podem ser emitidos a favor de particulares e não são transmissíveis excepto em caso de falecimento do titular.</p>
<p>A emissão e o resgate de produtos de aforro podem ser efectuados directamente nos balcões das entidades para o efeito contratadas pelo IGCP</p>
<p>Os certificados de aforro são, dos vários produtos de poupança disponíveis para os pequenos investidores, o que apresenta pior rendimento. Em alguns casos, um depósito a prazo rende mais, apesar de também aqui as taxas de juro estarem muito baixas.</p>
<p>A única vantagem que os certificados têm em relação aos depósitos é a garantia total do Estado, que nos depósitos está coberta por um fundo, mas apenas para montantes até 100 mil euros.</p>
<p>Os primeiros certificados de aforro foram criados pelo decreto-lei 43454, de 30 de Dezembro de 1960. Cada unidade valia 0,34916 euros. Chamavam-se Série A. Ainda existem vários certificados desta série não resgatados.</p>
<p>A 30 de Junho de 1986, foi criada a Série B, pelo decreto-lei 172-B/86. Esta foi, até agora, a série mais rentável de todas. Esta série divide-se em duas sub-séries, que não são reconhecidas oficialmente: a Velha Série B, os certificados mais antigos e rentáveis, e a Nova Série B, que são menos rentáveis do que os da Série C e para quem subscreveu pouco antes da mudança de série. Esta série já não pode ser subscrita desde 23 de Janeiro de 2008, quando foi publicada a portaria 73-A/2008.</p>
<p>A actual série disponível para subscrição é a Série C. Esta série suscitou grande controvérsia por parte dos aforradores, pois só no 10º ano (último) da subscrição os aforradores poderão tirar os benefícios esperados.</p>
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