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	<title>Dinheiropedia &#187; Seguros</title>
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	<description>A enciclopédia do dinheiro</description>
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<title>Dinheiropedia</title>
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		<title>6 razões para ter um seguro de saúde</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 01:30:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nuno</dc:creator>
				<category><![CDATA[outros seguros]]></category>
		<category><![CDATA[seguro de saude]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify">Possuir um seguro de saúde traz vantagens que muitas pessoas ainda não conhecem ou desvalorizam. Numa altura em que o estado corta nas despesas da saúde, o momento é o ideal para contemplar essa hipótese. Confira de seguida os principais benefícios:</p>
<p><a href="http://www.dinheiropedia.com/6-razoes-para-ter-um-seguro-de-saude/" class="more-link">Ler mais sobre 6 razões para ter um seguro de saúde&#8230;</a></p>
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</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Possuir um seguro de saúde traz vantagens que muitas pessoas ainda não conhecem ou desvalorizam. Numa altura em que o estado corta nas despesas da saúde, o momento é o ideal para contemplar essa hipótese. Confira de seguida os principais benefícios:</p>
<h3 style="text-align: justify">1) Não dependa do Serviço Nacional de Saúde</h3>
<p style="text-align: justify">Evite as intermináveis listas de espera para consultas e os largos meses de espera que o aguardarão se porventura necessitar de um procedimento médico sério ou tratamento mais demorado. Em tempos de contenção de despesas por parte do estado, nem sempre poderá contar com o SNS para todas as suas necessidades.</p>
<h3 style="text-align: justify">2) Tenha acesso a serviços mais rápidos e eficazes</h3>
<p style="text-align: justify">Um <a title="seguro de saúde" href="http://mediador.pt/seguros-de-saude-vistos-a-lupa/">seguro de saúde</a> dá-lhe acesso a centenas de clínicas e hospitais onde pode conseguir consultas de forma mais rápida e usufruir de serviços mais eficazes e que lhe permitem ser você a decidir quando é a altura mais conveniente para ser atendido. Os serviços privados oferecem também a possibilidade de fazer exames de forma mais regular do que nos serviços do estado.</p>
<h3 style="text-align: justify">3) Escolha o seu médico</h3>
<p style="text-align: justify">Seja você a escolher o seu médico. Os seguros de saúde cobrem os serviços de milhares de profissionais, e como cliente é você que decide a que clínica vai e que médico o atenderá. Desta forma sentir-se-á mais confortável e confiante relativamente a qualquer tratamento de que necessite. Sem um seguro, estará sempre dependente do médico que lhe for designado pelo SNS, quer este seja do seu agrado ou não.</p>
<h3 style="text-align: justify">4) Apoio médico em casa e pelo telefone</h3>
<p style="text-align: justify">A vasta maioria das seguradoras oferece serviços de atendimento em sua casa caso seja necessário ou caso se encontre impossibilitado de se deslocar a uma instalação médica. Estão ainda disponíveis serviços de atendimento telefónico com médicos competentes do outro lado da linha que o podem aconselhar e acompanhar 24 horas por dia. Estes serviços ajudam a minimizar o seu desconforto em caso de doença e são muitas vezes incorrectamente desvalorizados.</p>
<h3 style="text-align: justify">5) Seguros de saúde são dedutíveis no IRS</h3>
<p style="text-align: justify">Beneficie não só das vantagens enumeradas acima, mas obtenha também benefícios fiscais. Sabia que pode abater no IRS ou IRC as suas despesas derivadas de possuir um seguro de saúde? Tem assim a possibilidade de final do ano fiscal reaver parte do dinheiro que gastou. É caso para dizer que se junta o útil ao agradável.</p>
<h3 style="text-align: justify">6) Compre “paz de espírito” ao comprar um seguro de saúde</h3>
<p style="text-align: justify">Para além de todos os benefícios práticos de possuir um seguro, também vai estar a comprar a sua “paz de espírito”. Vai garantir que está a adquirir um serviço que lhe assegura o pagamento de despesas médicas inesperadas ou internamentos em hospitais. Em caso de emergência, a última coisa com que se vai querer preocupar é se terá dinheiro para pagar os cuidados de que necessita.</p>
<p style="text-align: justify">Informe-se sempre acerca do seguro que adquirir e garanta que está a adquirir todas as protecções de que poderá necessitar no futuro. Lembre-se que diferentes <a title="Tipos de seguros" href="http://mediador.pt/tipos-de-seguros-ramo-vida-e-ramo-nao-vida/">seguros</a> cobrem diferentes despesas.</p>
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		<title>Custo do seguro automóvel desceu 71 euros</title>
		<link>http://www.dinheiropedia.com/custo-do-seguro-automovel-desceu-71-euros/</link>
		<comments>http://www.dinheiropedia.com/custo-do-seguro-automovel-desceu-71-euros/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 23:37:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ramo Automóvel]]></category>
		<category><![CDATA[dan]]></category>
		<category><![CDATA[seguro automóvel]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Os portugueses pagaram no ano transacto uma média de 241 euros pelo <a href="http://www.oseguroautomovel.com">seguro de um automóvel</a> com as coberturas mais comuns, um valor que representa uma queda de 23 por cento face à despesa habitual com o mesmo serviço em igual período de 2006, ano em que os prémios anuais rondavam os 312 euros.</p>
<p><a href="http://www.dinheiropedia.com/custo-do-seguro-automovel-desceu-71-euros/" class="more-link">Ler mais sobre Custo do seguro automóvel desceu 71 euros&#8230;</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Os portugueses pagaram no ano transacto uma média de 241 euros pelo <a href="http://www.oseguroautomovel.com">seguro de um automóvel</a> com as coberturas mais comuns, um valor que representa uma queda de 23 por cento face à despesa habitual com o mesmo serviço em igual período de 2006, ano em que os prémios anuais rondavam os 312 euros.</p>
<p>A diminuição nas verbas cobradas pelas <a href="http://www.oseguroautomovel.com/lista-de-seguradoras-de-automoveis/">seguradoras</a> verificou-se inclusive perante um aumento da sinistralidade, embora esse incremento se fique essencialmente a dever às ocorrências de gravidade reduzida, como explica o estudo da Associação Portuguesa de Seguradores (APS). Ainda assim, as indemnizações atribuídas pelas empresas do sector atingiram a barreira dos 1.42 mil milhões de euros, um agravamento relativo quando se compara com a importância que havia sido paga em 2009 (1.38 mil milhões).</p>
<p>De acordo com o relatório houve um total de 853 mil sinistros segurados em 2010, ou seja, mais 71 mil do que no ano anterior, o qual lhe serve de comparação, tendo o custo médio das companhias seguradoras sido de 1.663 euros. </p>
<p>Porém, os números são “pouco expressivos” na opinião de Miguel Guimarães, director-geral adjunto da APS, já que o segmento lusitano engloba um vasto universo superior a sete milhões de viaturas com diversos tipos de apólices a ganharem terreno, sobretudo as que envolvem cobertura de “<a href="http://www.oseguroautomovel.com/seguro-danos-proprios/">danos próprios</a>” e “pessoas transportadas”, cuja activação se verifica, respectivamente, em 48 e 74 por cento dos contratos em vigor.</p>
<p><strong>Milhares de condutores não têm seguro</strong><br />
As comunicações da APS continuam, no entanto, a alertar para o “facto preocupante” de que perto de um quarto dos condutores que circula nas estradas nacionais não se encontra protegido pelo seguro mais adequado às suas necessidades, pois 25 por cento daqueles opta somente pela cobertura obrigatória em Portugal (responsabilidade civil), cuja abrangência se cinge apenas aos danos sofridos por terceiros, não contemplando quem segue ao volante.</p>
<p>Tendo em conta a subida de sinistralidade que se tem constatado, a APS defende, por isso, que a prevenção de qualquer condutor não se restringe ao cuidado no asfalto, deve também passar pela adição da cláusula de “pessoas transportadas” aos seguros que detêm, uma vez que só dessa forma poderão mais tarde vir a ter acesso a ajuda em caso de acidente, naturalmente mediante os trâmites do acordo assinado.</p>
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		</item>
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		<title>Ainda pode deduzir um seguro de saúde em IRS</title>
		<link>http://www.dinheiropedia.com/ainda-pode-deduzir-um-seguro-de-saude-em-irs/</link>
		<comments>http://www.dinheiropedia.com/ainda-pode-deduzir-um-seguro-de-saude-em-irs/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 28 Jan 2011 22:29:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato</dc:creator>
				<category><![CDATA[outros seguros]]></category>
		<category><![CDATA[declaração de impostos]]></category>
		<category><![CDATA[despesa de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[IRS]]></category>
		<category><![CDATA[seguro de saude]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Embora as <strong>despesas de saúde</strong> tenham sido alvo de um corte por  parte do Governo e das suas medidas de contenção do deficit, ainda vão servir em  2011 para proceder a algum abate da carga fiscal que declarar para o IRS. Este  ano pode ainda proceder à dedução das despesas de saúde no seu IRS, pese embora  o facto de já não o ir fazer sem quaisquer restrições como antes, condicionado  por limites de gastos que entraram agora em vigor.</p>
<p><a href="http://www.dinheiropedia.com/ainda-pode-deduzir-um-seguro-de-saude-em-irs/" class="more-link">Ler mais sobre Ainda pode deduzir um seguro de saúde em IRS&#8230;</a></p>
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</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Embora as <strong>despesas de saúde</strong> tenham sido alvo de um corte por  parte do Governo e das suas medidas de contenção do deficit, ainda vão servir em  2011 para proceder a algum abate da carga fiscal que declarar para o IRS. Este  ano pode ainda proceder à dedução das despesas de saúde no seu IRS, pese embora  o facto de já não o ir fazer sem quaisquer restrições como antes, condicionado  por limites de gastos que entraram agora em vigor.</p>
<p>Assim, os contribuintes podem agora deduzir até 30% dos prémios pagos em <a href="http://segurosdesaudeonline.com/">seguros de saúde</a> até um limite de 85  euros, no caso de serem solteiros, ou de 170 euros, no caso de se tratar de um  casal. A este valor devem acrescentar-se ainda 43 euros por cada elemento  dependente. Pode ainda ser deduzido 30% do valor das contribuições feitas para  associações mutualistas que cubram riscos de saúde do contribuinte ou  dependentes.<br />
A par do seguro, pode incluir no IRS as despesas gerais de  saúde. São passíveis de dedução 30% das despesas do contribuinte. Não se esqueça  de que só os <strong>medicamentos</strong> taxados a 5% (em vigor até final de  Junho) e 6% (a partir de Julho) são elegíveis. Por sua vez, os medicamentos  sujeitos a uma taxa de IVA de 20% (até final de Junho) e 21% (a partir dessa  data) também são dedutíveis, desde que seja apresentada receita médica, até ao  limite de 65 euros. No caso dos medicamentos de IVA reduzido, basta inscrever no  campo 802 do quadro 8 do anexo H, já no caso de medicamentos com IVA a 20% ou  21% necessita de preencher o campo 801 do mesmo quadro e anexo.</p>
<p>Não se esqueça de guardar todas as facturas. Quando entregar a declaração de  <strong>IRS</strong> não tem de apresentar facturas ou declarações que comprovem  as despesas de saúde. No entanto, se for chamado pelos serviços do  <strong>IRS</strong> para prestar contas terá de apresentar todos os documentos  em ordem.</p>
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		<title>Saúde Prime tem uma solução de crédito</title>
		<link>http://www.dinheiropedia.com/saude-prime-tem-uma-solucao-de-credito/</link>
		<comments>http://www.dinheiropedia.com/saude-prime-tem-uma-solucao-de-credito/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 28 Jan 2011 22:27:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Seguros]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Prime]]></category>
		<category><![CDATA[seguro de saude]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Mesmo quando tem um <a href="http://segurosdesaudeonline.com/">seguro de  saúde</a>, situações há que estão excluídas do seu seguro de saúde, nomeadamente  algumas consideradas menos imprescindíveis como algumas intervenções nas áreas  da Visão e da Medicina Dentária. Nesses casos poderá necessitar de um  <strong>Crédito para Saúde</strong>. Apresentamos-lhe este que é uma parceria  Saúde Prime e Santander Consumer.</p>
<p><a href="http://www.dinheiropedia.com/saude-prime-tem-uma-solucao-de-credito/" class="more-link">Ler mais sobre Saúde Prime tem uma solução de crédito&#8230;</a></p>
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</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mesmo quando tem um <a href="http://segurosdesaudeonline.com/">seguro de  saúde</a>, situações há que estão excluídas do seu seguro de saúde, nomeadamente  algumas consideradas menos imprescindíveis como algumas intervenções nas áreas  da Visão e da Medicina Dentária. Nesses casos poderá necessitar de um  <strong>Crédito para Saúde</strong>. Apresentamos-lhe este que é uma parceria  Saúde Prime e Santander Consumer.</p>
<p>No domínio da <strong>Visão</strong> utilize o Crédito para saúde da Saúde Prime para realizar cirurgias Lasik  (Laser-Assisted in Situ Keratomileusis) &amp; Cirurgia Refractiva, Cataratas,  Estrabismo, e Degeneração.<br />
Na área da <strong>medicina dentária</strong>, o  Crédito para saúde poderá financiar cirurgias de Dentisteria Estética (estética  dentária), Implantologia, Periodontologia (área da implantação e suporte da  dentição) e Endodontia.</p>
<p>O Crédito para Saúde financia as suas despesas de saúde de 750 até 15 mil  euros, com uma TAEG de 5.7% a 6.4%.<br />
Poderá escolher o prazo mais conveniente  para liquidar o empréstimo Saúde Prime &#8211; o pagamento poderá ser efectuado até  sessenta meses.<br />
Poderá usufruir dos tratamentos e das cirurgias a preços  reduzidos em qualquer um dos prestadores da Rede Médica Saúde Prime.<br />
Poderá  efectuar o seu tratamento ou cirurgia em qualquer um dos mais de 10 mil  prestadores da Rede <a href="http://segurosdesaudeonline.com/plano-saude/saude-prime/">Saúde Prime</a>.  A resposta ao seu pedido de financiamento será dada em 24 horas. Todo o processo  será tratado de uma forma rápida e discreta.</p>
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		<title>Ter uma melhor saúde oral com um seguro dentário</title>
		<link>http://www.dinheiropedia.com/ter-uma-melhor-saude-oral-com-um-seguro-dentario/</link>
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		<pubDate>Fri, 21 Jan 2011 18:58:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ninorte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Seguros]]></category>
		<category><![CDATA[clínica dentária]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados dentários]]></category>
		<category><![CDATA[Dentes saudáveis]]></category>
		<category><![CDATA[seguro de estomatologia]]></category>
		<category><![CDATA[seguro de saude]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Antigamente passava a vida a protelar e no fim não chegava a cuidar dos meus  dentes. Era bastante caro ou um dentista em conta era longe de  casa.<br />
Presentemente já gozo dos serviços dentários a que aspirava e a minha  família também usufrui de boas condições para ter uma boa saúde oral. E o  dentista está ali ao dobrar da esquina, tudo graças ao meu <a href="http://segurodentario.org/">seguro dentário</a>.</p>
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</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antigamente passava a vida a protelar e no fim não chegava a cuidar dos meus  dentes. Era bastante caro ou um dentista em conta era longe de  casa.<br />
Presentemente já gozo dos serviços dentários a que aspirava e a minha  família também usufrui de boas condições para ter uma boa saúde oral. E o  dentista está ali ao dobrar da esquina, tudo graças ao meu <a href="http://segurodentario.org/">seguro dentário</a>.</p>
<p>Os cuidados dentários não costumam estar abrangidos pelos seguros de saúde  tradicionais ou então são muito onerosos de contratar. Daí, que passando também  a nossa saúde pela nossa boca, a alternativa seja a de contratar seguros  especificamente para cuidados dentários que acabam por ser mais equilibrados e  ficarem mais em conta.</p>
<p>Assim, poderá ir ao dentista sempre que precisar, usufruindo da protecção de  um seguro dentário, sem ter de suportar prémios elevados nem períodos de  carência.</p>
<p>A nossa saúde, a nossa imagem e o nosso bem-estar, passam necessariamente por  <strong>dentes bem tratados e saudáveis</strong>.</p>
<p>Com a generalidade dos <strong>seguros de estomatologia</strong> tem acesso a  uma rede alargada de dentistas e clínicas dentárias qualificadas, em Portugal e  nalguns casos até em Espanha, que acompanham a sua saúde dentária em condições  privilegiadas de qualidade, preço e comodidade.</p>
<p>Um <a href="http://segurodentario.org/estomatologia/seguro-dental/">seguro  dental</a> garante-lhe a melhor protecção dentária. Procure um seguro dentário  sem limites de utilização e de idade, e sem idade máxima de permanência.</p>
<p>Ir ao <strong>dentista</strong> pode ser muito oneroso para quem não tiver  seguro dentário, mas é essencial que vá ao médico dentista com frequência para  ter uma vida saudável.</p>
<p class="akst_link"><a href="http://www.dinheiropedia.com/?p=936&amp;akst_action=share-this"  title="Enviar por email, guardar no del.icio.us, sapo tags, etc." id="akst_link_936" class="akst_share_link" rel="nofollow">Partilhar</a>
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		<item>
		<title>Considerações sobre acidentes e respectivas indemnizações</title>
		<link>http://www.dinheiropedia.com/consideracoes-sobre-acidentes-e-respectivas-indemnizacoes/</link>
		<comments>http://www.dinheiropedia.com/consideracoes-sobre-acidentes-e-respectivas-indemnizacoes/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 17 Jan 2011 22:22:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>soraialino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Seguros]]></category>
		<category><![CDATA[seguro automóvel]]></category>
		<category><![CDATA[seguro de acidentes de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[seguro de acidentes pessoais]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Em Portugal, olhando para os últimos três anos e no que especificamente  concerne aos período do início do ano até Novembro, as mortes resultantes de  <strong>acidentes</strong> rodoviários têm diminuído. Em 2009 foram 35,484 os  acidentes rodoviários com vítimas, mais 1871 que no ano anterior.</p>
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</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em Portugal, olhando para os últimos três anos e no que especificamente  concerne aos período do início do ano até Novembro, as mortes resultantes de  <strong>acidentes</strong> rodoviários têm diminuído. Em 2009 foram 35,484 os  acidentes rodoviários com vítimas, mais 1871 que no ano anterior.</p>
<p>Morreram já 618 pessoas nas nossas estradas durante 2010, uma diminuição de  24 mortes em relação a 2008. Os números embora provisórios seguem o método  europeu de contabilização, que adiciona às mortes ocorridas no local do  acidentes, as que sucederem no percurso para o Hospital e após 30 dias da data  do sinistro desde que consequência do mesmo.</p>
<p>Entre Janeiro e Abril de 2010 morreram nos hospitais 275 pessoas: 163  condutores, 51 passageiros, e 61 peões. A maioria dos desastres ocorre dentro  das localidades e muitos envolvem peões. Em 2000 morreram nas estradas nacionais  1670 (menos 1022 mortes). Comparando com o ano de 2000, morreram na estrada mais  1022 pessoas.</p>
<p>Os números mais recentes são relativamente animadores e podem ter a sua razão  quer nas melhores vias de circulação do nosso país, quer na melhoria registada  na prestação da emergência médica. Portugal tem o dobro dos sinistros da Holanda  e da Inglaterra, com legislação rodoviária mais severa, ficando a meio do  ranking quando comparado com todos os seus congéneres europeus.</p>
<p>Quanto vale para uma seguradora a vida de um jovem com menos de 25 anos?   Qualquer coisa como 100 mil euros. E se o sinistrado tiver 75 anos?  Bom, nesse  caso, a compensação não deverá chegar a 50 mil euros. A  arbitrariedade na  fixação das indemnizações foi uma das questões  debatidas no II Congresso de  <strong>Acidentes de Trabalho e Rodoviários</strong>, que decorreu recentemente  em Lisboa, sob o lema &#8220;Prevenir para reparar&#8221;, promovido pela seguradora  <strong>Liberty</strong>.</p>
<h3>Indemnizações</h3>
<p>Não é nada fácil avaliar o valor justo a fixar em caso de  <strong>morte</strong> ou <strong>invalidez</strong> decorrente de um acidente  rodoviário. A questão é sensível e está permanentemente a ser discutida pelos  interessados, nomeadamente as companhias de seguros, os sinistrados e até os  juízes que diversos vezes em caso de desentendimento são chamados a julgar sobre  o assunto.</p>
<p>Até há bem pouco tempo a fixação dos valores era deixada ao livre arbítrio  dos juízes, que para situações idênticas determinavam, por vezes, indemnizações  díspares. A tragédia de Entre-os-Rios marcou um ponto de viragem no vazio que  existia, entende e observa que a partir daí a apreciação que os tribunais  fizeram sobre as compensações a entregar aos familiares das vítimas fez  jurisprudência. O Estado avaliou a morte em 50 mil euros e fixou mais 20 mil  para compensar os danos morais à família.</p>
<p>Em sequência, foi criada uma tabela que tem em conta a idade do sinistrado.  Quando a vítima tem menos de 25 anos, a compensação é de 60 mil euros, podendo  os herdeiros receber mais 20 mil por danos morais e mais sete mil, se o óbito só  for declarado 72 horas depois da ocorrência (a quantia será de dois mil euros se  apenas sobreviver 24 horas). Se a vítima tiver entre 25 e 49 anos, o valor a  atribuir aos familiares será de 50 mil euros. Se a morte ocorrer entre os 50 e  os 75 anos, a indemnização será de 40 mil euros, valor que baixará para 30 mil  euros a partir dos 75 anos. A estas verbas acrescem as compensações aos  herdeiros por danos morais.</p>
<h3>Mais fiscalização</h3>
<p>Mais <strong>fiscalização</strong> nas estradas, e principalmente mais  educação cívica é o necessário para fazer baixar a sinistralidade rodoviária.  Para além de darem a carta, as escolas de condução também devem ser chamadas a  zelar por uma menor sinistralidade, empenhando-se em ensinar os seus formandos a  prevenirem os acidentes.</p>
<p>Luís Cardoso, da Liberty Seguros, defende que o crescimento de feridos de  acidentes na estrada resulta, em parte, de uma lei demasiado macia que não ajuda  a impedir as infracções, não só ao nível dos atropelamentos em passagem de  peões. Também a extinção da Brigada de Trânsito (BT) e a actual desorganização a  nível da fiscalização rodoviária são apontados como negativos.</p>
<h3>Prémios dos seguros de acidentes podem aumentar</h3>
<p>No que respeita aos acidentes de trabalho, não há estatísticas oficiais  actualizadas, quanto mais para os <a href="http://seguroacidentespessoais.com/">acidentes pessoais</a>. A  sensibilidade das pessoas ligadas ao meio aponta para um decréscimo, pois têm  existido menos acidentes laborais. No entanto, este estado de coisas pode  alterar com a actual crise financeira, as empresas tendem a abreviar  procedimentos preventivos e de segurança para reduzirem custos, daí que a  sinistralidade possa vir a aumentar no curto-prazo Para as companhias de  seguros, tal realidade significa que poderão vir a aumentar o custo dos seguros  de acidentes de trabalho e pessoais que comercializam.</p>
<p>Reponsáveis do sector dos seguros já têm vindo a terreiro dar conta os  actuais prémios de seguros, consequência das actuais tarifas são insuficientes  encarar a sinistralidade se esta aumentar. As seguradoras já admitiram que se  preparam para aumentar os preços do seguro automóvel e do <a href="http://seguroacidentespessoais.com/categoria/acidentes-de-trabalho">seguro  de acidentes de trabalho</a>.</p>
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		<title>Proteja-se contra os acidentes pessoais e acidentes de trabalho</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Jan 2011 22:39:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>soraialino</dc:creator>
				<category><![CDATA[outros seguros]]></category>
		<category><![CDATA[acidentes de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[seguro de acidentes pessoais]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A cada hora que passa há 26 <strong>acidentes de trabalho</strong> em Portugal, isto já para não falar de todos os outros que caem no domínio dos <a href="http://seguroacidentespessoais.com/categoria/acidentes">acidentes pessoais</a>.  O pior é que estes números devem estar aquém da realidade, pois reflectem apenas  os dados que chegaram à Associação Portuguesa de Seguradoras, pelas mãos de de  92 por cento das companhias de seguros associadas.</p>
<p><a href="http://www.dinheiropedia.com/proteja-se-contra-os-acidentes-pessoais-e-acidentes-de-trabalho/" class="more-link">Ler mais sobre Proteja-se contra os acidentes pessoais e acidentes de trabalho&#8230;</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A cada hora que passa há 26 <strong>acidentes de trabalho</strong> em Portugal, isto já para não falar de todos os outros que caem no domínio dos <a href="http://seguroacidentespessoais.com/categoria/acidentes">acidentes pessoais</a>.  O pior é que estes números devem estar aquém da realidade, pois reflectem apenas  os dados que chegaram à Associação Portuguesa de Seguradoras, pelas mãos de de  92 por cento das companhias de seguros associadas.</p>
<p>Em 2009 foram pagos 487 milhões de euros pelas seguradoras, na grande maioria  a trabalhadores por conta de outrem &#8211; apenas 26 milhões a independentes. Cada  <strong>acidente</strong> custa em média 1535 euros, valor que tem vindo a  subir, do mesmo modo que os acidentes têm decrescido.</p>
<p>Entre as várias causas de acidentes, contam-se as <strong>quedas</strong> –  responsáveis por mais de 40 por cento dos casos. As <strong>doenças  músculo-esqueléticas</strong> são as mais incapacitantes.</p>
<p>Cruzando os dados das companhias de seguros e da Autoridade para as Condições do Trabalho, há  discrepâncias decorrentes de nem todos os acidentes serem de notificação  obrigatória. Mas na liderança não há dúvidas: o <strong>esforço</strong> excessivo e o <strong>mau posicionamento</strong> no trabalho são, ano após ano,  responsáveis pela maioria dos <strong>danos profissionais</strong>.</p>
<p>Outro problema frequente é a <strong>surdez</strong> causada pelos níveis de  <strong>ruído</strong> elevados, segunda doença mais participada ao centro  nacional de protecção contra os riscos profissionais. As dez principais causas  de acidentes têm variado ligeiramente na última década, mas as quedas têm um  lugar de destaque tanto na Europa como nos Estados Unidos. Reacções a  <strong>produtos químicos e biológicos</strong> estão no quarto lugar da lista,  seguindo-se <strong>acidentes rodoviários</strong> em trabalho.</p>
<p>Um acidente de trabalho tem um custo social três vezes superior ao  directamente reportado pelas empresas e companhias de seguros, pelo que é melhor  remediar que fazer face aos custos. A importância em termos humanos do  investimento em <strong>prevenção</strong> tem um retorno financeiro inequívoco  &#8211; a <strong>segurança</strong> não pode ser olhada como um encargo adicional ou  um luxo.</p>
<p>É por estas e por outras que não deve deixar de ter um <a href="http://seguroacidentespessoais.com/">seguro de acidentes pessoais</a>.</p>
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		<title>Menos acidentes provocados por carros sem seguro automóvel</title>
		<link>http://www.dinheiropedia.com/menos-acidentes-provocados-por-carros-sem-seguro-automovel/</link>
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		<pubDate>Tue, 11 Jan 2011 22:11:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Seguros]]></category>
		<category><![CDATA[acidentes]]></category>
		<category><![CDATA[fundo de garantia automóvel]]></category>
		<category><![CDATA[indemnizações]]></category>
		<category><![CDATA[seguro automóvel]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O número de <strong>acidentes automóveis</strong> envolvendo <strong>carros  sem seguro</strong>, em que é necessário recorrer ao Fundo de Garantia Automóvel  para reparar os danos causados, diminuíram 3,8%. Ainda assim, o Fundo  desembolsou 17 milhões com as indemnizações.</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O número de <strong>acidentes automóveis</strong> envolvendo <strong>carros  sem seguro</strong>, em que é necessário recorrer ao Fundo de Garantia Automóvel  para reparar os danos causados, diminuíram 3,8%. Ainda assim, o Fundo  desembolsou 17 milhões com as indemnizações.</p>
<p>De acordo com os dados do Instituto de Seguros de Portugal (ISP), o número de  processos abertos pelo <strong>Fundo de Garantia Automóvel</strong> (FGA) entre  Janeiro e Outubro deste ano totalizou 4398, o que representa uma diminuição de  3,8% relativamente ao período homólogo do ano anterior.<br />
Outra métrica  animadora é o facto de terem aumentado em 31.9 por cento o número de processos  concluídos, traduzindo segundo os responsáveis uma maior eficácia no  processamento de tais pedidos.</p>
<p>Para o peão ou automobilista que em algum momento venha a ter que recorrer a  este Fundo, registe-se a boa nova de saber que existe um reforço das garantias  quanto à rapidez de resolução dos seus processos.</p>
<p>Em termos de resultado final, e para os processos que envolvam apenas danos  materiais, estabeleceu-se um tempo médio de 27 dias úteis para decidir assumir  ou declinar o sinistro.</p>
<p>No caso dos processos que envolvam danos corporais ou morte, o tempo médio  estabelecido é de 42 dias seguidos.</p>
<p>De Janeiro a Outubro de 2010, o Fundo de Garantia Automóvel indemnizou as  vítimas de acidentes onde o culpado não tinha seguro ou se evidenciou  desconhecido no valor de 17.15 milhões de euros, menos 12.8 por cento que no  mesmo período de 2009.</p>
<p>Registe ainda para terminar, que pese o facto do FGA ter pago as referidas  indemnizações, os responsáveis pelos acidentes que não tinham <a href="http://segurosautoonline.com/">seguro automóvel</a> continuam a estar  obrigados a reembolsar com juros os valores adiantados às vítimas pelo  Fundo.</p>
<p>﻿</p>
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		<title>Contratar um bom seguro multiriscos habitação</title>
		<link>http://www.dinheiropedia.com/contratar-um-bom-seguro-multiriscos-habitacao/</link>
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		<pubDate>Thu, 06 Jan 2011 23:37:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hélio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Seguros]]></category>
		<category><![CDATA[seguro da casa]]></category>
		<category><![CDATA[seguro habitação]]></category>
		<category><![CDATA[seguro multiriscos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Vivo descansado na habitação que escolhi para mim e para os meus. Ainda  lembro quando a vi pela primeira vez – era a casa dos meus sonhos. Ao prazer de  cá morar junta-se a garantia de que se algo correr mal poder contar com o meu  <strong><a href="http://seguroscasahabitacao.com/">seguro de  casa</a></strong>.</p>
<p><a href="http://www.dinheiropedia.com/contratar-um-bom-seguro-multiriscos-habitacao/" class="more-link">Ler mais sobre Contratar um bom seguro multiriscos habitação&#8230;</a></p>
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</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vivo descansado na habitação que escolhi para mim e para os meus. Ainda  lembro quando a vi pela primeira vez – era a casa dos meus sonhos. Ao prazer de  cá morar junta-se a garantia de que se algo correr mal poder contar com o meu  <strong><a href="http://seguroscasahabitacao.com/">seguro de  casa</a></strong>.</p>
<p>A sua habitação é um bem durável, mas que se deteriora facilmente. A sua casa  sofre com a exposição às causas naturais e sofre também danos de origem humana.  A manutenção da sua habitação pode ser cara e poderá não ter disponibilidades  financeiras para a realizar quando for necessária.</p>
<p>Um <strong>seguro de casa</strong> é um seguro de protecção global da  habitação nas suas duas vertentes: Edifício e Recheio.<br />
O seguro habitação  garante até ao montante dos capitais subscritos, as perdas e danos resultantes  de um risco coberto, sofridos pelo Edifício e/ou Recheio, a responsabilidade  civil do Segurado e de pessoas do seu agregado familiar, bem como de empregados  quando em serviço doméstico.<br />
O seguro diz-se <strong>multiriscos</strong> também, porque responde  ainda no caso de morte do segurado ou cônjuge, quando esta se der em  consequência de incêndio, explosão, queda de raio ou acto violento resultante de  roubo frustrado ou consumado.</p>
<p>O seguro habitação pode ser contratado nas suas duas componentes, edifício e  recheio, ou então apenas numa delas – é o caso de alguém que tem o imóvel  segurado pelo condomínio e faz apenas um seguro ao conteúdo da  habitação.</p>
<h3>O seu seguro habitação pode estar sobrevalorizado e caro  demais</h3>
<p>A maioria das pessoas paga demais pelo seguro habitação, pois realizaram-no  conjuntamente com o crédito habitação no Banco.</p>
<p>Poupe no prémio do seu seguro multiriscos, mas não nas coberturas. Pague  menos, ou então pague o mesmo mas com mais coberturas e um capital de recheio  mais elevado.</p>
<h3>Capitais do seguro da casa</h3>
<p>A definição do capital é dos factores mais  importantes a ter em conta na subscrição de um seguro habitação.<br />
No caso da  modalidade Edifício, deve corresponder ao valor real da reconstrução da  habitação, e não ao seu valor de mercado.<br />
Na componente Recheio, o capital  seguro deve retratar o valor de substituição em novo dos bens seguros. Deve  pensar quanto lhe vai custar a repor e/ou substituir os bens.</p>
<p>Não adianta declarar valores superiores aos indicados, pois em caso de  sinistro não será esse o valor a receber.<br />
Se os bens estiverem avaliados no  contrato do seguro da casa por um valor inferior ao real, em caso de sinistro, a  companhia só responderá pela parte proporcional ao valor seguro.</p>
<p>Legalmente, está estabelecido que no caso do capital seguro ser inferior ao  valor de reconstrução (Edifício) ou ao valor de substituição em novo (Recheio),  aplica-se o método de proporcionalidade – companhia e segurado respondem pela  respectiva proporção nos prejuízos.</p>
<h3>Protecção Global e Segurança</h3>
<p>As companhias actualizam o capital automaticamente em cada vencimento anual  de forma a manter o valor seguro da sua casa sempre actualizado.<br />
Se adquirir  novos bens que mexam consideravelmente com o valor do recheio da sua casa,  deverá proceder ao aumento do capital seguro na proporção do valor real desses  bens.</p>
<p>Muitos dos seguros multiriscos habitação incluem um serviço de assistência ao  domicílio.</p>
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		<title>Seguro de vida</title>
		<link>http://www.dinheiropedia.com/seguro-de-vida/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 22:34:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Patricia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ramo Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Seguro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.dinheiropedia.com/?p=498</guid>
		<description><![CDATA[<p>Os imprevistos da vida humana acontecem em todo o percurso de um indivíduo e podem surgir no momento mais inesperado. Não há como evitar estas inevitáveis ocorrências. No entanto, o que se pode levar a cabo é uma prevenção  no sentido de evitar que tenham lugar determinadas situações que possam ser prejudiciais. É aqui que entram os seguros de vida, uma alternativa que procura dar resposta à necessidade inata que o homem tem de se sentir amparado.</p>
<p><a href="http://www.dinheiropedia.com/seguro-de-vida/" class="more-link">Ler mais sobre Seguro de vida&#8230;</a></p>
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</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os imprevistos da vida humana acontecem em todo o percurso de um indivíduo e podem surgir no momento mais inesperado. Não há como evitar estas inevitáveis ocorrências. No entanto, o que se pode levar a cabo é uma prevenção  no sentido de evitar que tenham lugar determinadas situações que possam ser prejudiciais. É aqui que entram os seguros de vida, uma alternativa que procura dar resposta à necessidade inata que o homem tem de se sentir amparado.</p>
<p>As apólices de vida são mais do que um contrato entre duas partes, são um acordo da garantia de prestação de um serviço numa área crucial, a existência de um indivíduo. A nível prático, este género de seguros garante a transferência de competências específicas a uma entidade, que procura satisfazer determinadas necessidades do assegurado, respondendo às solicitações efectuadas pelo titular do contrato.</p>
<p>Atendendo a cerne da função dos seguros de vida, estas apólices são aplicadas em vários ramos: seguro de vida, seguro de nupcialidade/natalidade, seguros relacionados com fundos de investimento colectivo e operações de capitalização e fundo de pensões. Dada a variação e riscos inerentes a todas estas áreas, o papel das seguradoras é crucial, tanto a nível da regulação como do apoio, essencialmente no complexo plano do financiamento. Sem empresas do sector dedicadas exclusivamente a estas funções, a maioria dos cidadãos não teria possibilidade de dar resposta a determinadas situações adversas, facilmente ultrapassáveis pelo auxílio concedido pelos profissionais dos seguros vida.</p>
<p>Ao contratar um seguro vida, a empresa assume o compromisso legal de providenciar ajuda económica em caso de invalidez ou morte imprevista, excepto suicídio. Esta determinação é igualmente imposta em diversos outras situações, que variam consoante os pressupostos da contratação deste serviço. Independentemente do  tipo de convénio, ambas as partes envolvidas têm de respeitar o estabelecido legalmente, incluindo o respeito à obrigatoriedade de anunciar sempre que existem alterações às condições vigentes no acordo.</p>
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