Crédito ao consumo

A crise económica é a principal fonte de endividamento e decréscimo da qualidade de vida das famílias. Conseguirão ultrapassa-la quem for bom gestor e souber controlar o seu orçamento de for a manter sempre disponíveis os bens essenciais para a vivência da sua famílias.

A verdade é que nem sempre isso é possível, quando o dinheiro falta as pessoas deixam de poder pagar os empréstimos bancários que possuíam e o mesmo valor vai-se acumulando. Desta forma, o banco repreende as famílias e após vários avisos só deixa uma opção, ou paga, ou retira-lhe bens no valor do empréstimo. Logicamente a segunda opção não pode ser considerada válida, por isso normalmente as pessoas vêem no crédito ao consumo uma solução provisória para cobrir as suas dívidas.

Penso que a ideia anteriormente transmitida é que os créditos ao consumo só devem ser solicitados em último caso, apenas quando o bem-estar da sua família for posto em causa, caso contrário opte por outras soluções financeiras.

Lembre-se que actualmente ninguém oferece nada a ninguém e que o crédito ao consumo pode ser uma dádiva no imediato mas posteriormente pode arruinar a sua vida.

Ainda não se convenceu? Então apresento-lhe números generalizados da oferta que o mercado apresenta. Se solicitar um crédito ao consumo de 5000€ a 24 meses terá de pagar cerca de 6400€, ou seja, 1400€ apenas de juros. Mas imagine que pede os mesmos 5000€ mas a 58 meses, pois bem, pode ficar à espera de pagar uns impressionantes 3700€ em juros.

Os créditos ao consumo são apelativos pela rapidez com que são concedidos e por muitas vezes não ser questionado o porquê do seu pedido, ao contrário dos empréstimos bancários onde é consultado o seu vencimento e os bens que possui de forma a ser assegurado o empréstimo.

Alguns exemplos de entidades que disponibilizam crédito ao consumo são a GeMoney, Cofidis, Credial, Cetelem ou Citibank.

Felizmente a sociedade já abriu os olhos para as consequências que um crédito ao consumo pode trazer para o futuro de qualquer família e nos primeiros seis meses do ano de 2009 as empresas responsáveis pelo crédito ao consumo tiveram um prejuízo de 1,4 milhões de euros. Estes valores em comparação com o período homólogo de 2008 em que tinham atingido 16 milhões de euros de lucro.

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