Gestão financeira pessoal

A gestão financeira consiste no planeamento, análise, e tomada de decisões relacionadas com a gestão do dinheiro. Uma boa gestão do orçamento familiar resulta assim de um equilíbrio entras as receitas e as despesas, ou seja, entre o que se ganha e o que se gasta.

Uma administração saudável das finanças pessoais é essencial para que se atinja esse equilíbrio. Por essa razão, cada família deve começar por identificar onde gasta o dinheiro e eliminar o desperdício financeiro, de forma a aumentar o seu rendimento disponível, para a realização dos seus projectos. Muitos de nós não temos ideia do dinheiro gasto em coisas supérfluas.

Gerir bem as finanças pessoais não significa ganhar mais, mas sim fazer uma distribuição melhor de onde se gasta o dinheiro.

Além das grandes despesas como a prestação da casa ou do carro, é também importante estar atento às pequenas despesas da família. Embora, à partida, pareçam insignificantes, tudo somado pode acabar por representar uma grande fatia do orçamento familiar que, por vezes, pode estar a ser um travão para a realização de alguns projectos e objectivos, ou simplesmente para se ter uma vida mais desafogada.

Para conseguir controlar estas pequenas despesas é vital fazer, diariamente, uma listagem de todas as contas pagas, de cada cêntimo que sai da carteira, para que, chegado ao fim do mês, saiba exactamente onde está a gastar o dinheiro.

Para qualquer plano de gestão financeira funcionar, há primeiro que tudo, saber onde e quando gastamos o nosso dinheiro. Depois de saber claramente onde gasta o seu dinheiro, eventualmente realizando este exercício ao longo de três meses, poderá analisar em média quanto gasta em refeições, diversão, transportes, empréstimos, energia, etc., poderá facilmente identificar despesas inúteis, as quais facilmente poderá evitar e riscar do seu orçamento.

É importante que comece a analisar as suas despesas mensais. Dessa forma poderá conseguir identificar um eventual desperdício financeiro e, assim, reduzir as despesas desnecessárias.

Depois poderá levar o seu esforço mais longe e partir para outras acções:

Crie um fundo de poupança de emergência
O ideal é que consiga ter um montante suficiente que corresponda a pelo menos seis meses dos seus encargos fixos mensais, no sentido de prevenir eventuais situações imprevistas.

Faça um seguro
Para prevenir imprevistos, é importante proteger (seguro de vida, seguro de crédito, etc) a pessoa que mais ganha dinheiro em casa e, assim, contribuir mais para o orçamento familiar e garantir que situações imprevistas sejam cobertas.

Planear a reforma

É aconselhável que um terço do valor que poupa seja destinado para a sua reforma.

Negociar os contratos
Negoceie os seus créditos e seguros. Negoceie os prazos e taxas, se isso não for suficiente, faça consolidação de créditos.

Uma atitude positiva em relação ao seu orçamento e uma boa gestão dos seus ganhos e despesas irão ajuda-lo em todos os seus projectos.

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Sobre o autor: ocreditoconsolidado.com possui, para além de uma lista de simuladores de consolidação de crédito, excelentes dicas para poupar.


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