História do Dinheiro

O dinheiro é actualmente o bem com maior poder em todo o Mundo, controla todos os mercados, todas as pessoas e todas as nações.

Desde à muitos anos que, praticamente, a sociedade utiliza a moeda como meio de avaliar determinado produto. Mesmo quando essa avaliação ainda não era feita com o dinheiro tal e qual como o conhecemos hoje, eram utilizados outros bens que o representavam.

O dinheiro permite actualmente que qualquer pessoa o guarde de forma prática e simples para mais tarde ser utilizado, é um meio de auxílio para a execução de trocas e é uma unidade de fácil contagem.

O primeiro registo que existe da existência do dinheiro foi quando os homens se aperceberam que havia necessidade de vender alimentos que eles produziam e adquirir outros produzidos pelo vizinho, desta forma, as mercadorias foram atribuídas e reconhecidas como o dinheiro daquela época. Exemplos dessas mercadorias são as Amêndoas na Índia, Manteiga na Noruega, Sementes de Cacau no império Asteca ou o Sal na África do Norte, China e Mediterrâneo.

As principais mercadorias que se utilizam como dinheiro baseavam-se em alimentos ou em metais minerais.
Com o passar dos anos a durabilidade e resistência dos metais permitiu que o mesmo se assumisse como um papel importante para a primeira cunhagem de uma moeda durante o século 3000 a.c.

Naquela época as pessoas avaliavam a moeda segundo o seu peso e assistia-se a muitas delas cortadas para permitir valores mais concretos segundo o que cada bem significava.

As primeiras pessoas a se dedicarem ao estudo do dinheiro foram os Gregos e foi a partir deles que começou a se formar uma ciência ao qual hoje identificamos de Economia.

Os emblemáticos Templários, defensores das Cruzadas, foram os primeiros a transmitirem uma parecença com as actuais instituições financeiras (bancos).

No tempo medieval, o comércio sofreu uma enorme projecção e o seu potencial fez com que surgisse os primeiros cheques. A sua funcionalidade tinha muitas parecenças com a actual, depositava ouro, ficava com um papel de registo que era bem mais seguro do que andar com o dinheiro, quando necessitava levantava o valor do cheque e eram entregues comissões aos bancos.

A aceitação desse novo modelo fez com que começassem a ser adoptado o papel-moeda (notas).

Actualmente existem cada vez mais meios de pagamento disponíveis: transferências bancárias, créditos, pagamentos online, entre outros disponíveis.

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