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	<title>Dinheiropedia &#187; Beneficios Fiscais</title>
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	<description>A enciclopédia do dinheiro</description>
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<title>Dinheiropedia</title>
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		<title>Será o PPR um mau investimento, ou não é assim tão mau&#8230;</title>
		<link>http://www.dinheiropedia.com/sera-o-ppr-um-mau-investimento-ou-nao-e-assim-tao-mau/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 00:36:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>produtosbancarios</dc:creator>
				<category><![CDATA[Produtos]]></category>
		<category><![CDATA[Beneficios Fiscais]]></category>
		<category><![CDATA[ppr2009]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Meus amigos,</p>
<p>Todos sabemos que um <strong>Plano de Poupança Reforma (PPR)</strong> só representa um bom investimento se o prazo de reembolso de capital não for muito extenso, especialmente se o<strong> Plano Poupança Reforma</strong> possui uma rentabilidade mínima garantida  e não apresente risco para o Cliente.</p>
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</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meus amigos,</p>
<p>Todos sabemos que um <strong>Plano de Poupança Reforma (PPR)</strong> só representa um bom investimento se o prazo de reembolso de capital não for muito extenso, especialmente se o<strong> Plano Poupança Reforma</strong> possui uma rentabilidade mínima garantida  e não apresente risco para o Cliente.</p>
<p>Consciente desta realidade hoje vou vos dizer porque  constituir um <strong>PPR</strong> nestas condições não é assim tão mau.</p>
<p>Todos sabemos que quem constituir um <strong>Plano de Poupança Reforma</strong> no decorrer do ano de 2009  pode deduzir em sede de IRS 20 % do capital investido de acordo com limites de idade e de dedução.</p>
<p>Os limites são simples:</p>
<ul>
<li>idade até 35 anos – dedução de 400 euros se investir 2.000 euros;</li>
<li>idade de 35 a 50 anos – dedução de 350 euro se investir 1.750 euros;</li>
<li>idade superior a 50 anos – dedução de 300 euros se investir 1.500 euros.</li>
</ul>
<p>Uma conclusão que podemos tirar logo de inicio é que o primeiro ano de rentabilidade do <strong>PPR</strong> é no mínimo de 20%, agora imaginamos que o período até o vencimento do PPR, a idade da reforma, é de 40 anos, ou seja, o investidor tem 25 anos de idade.</p>
<p>Se efectuarmos uma pesquisa nos <a href="http://www.produtosbancarios.com" target="_blank">bancos</a> por produtos de poupança que permitem constituir um complemento de reforma e que obedeçam ao requisitos supra, isto é, rentabilidade mínima garantida e capital garantido, facilmente encontramos <strong>Planos de Poupança Reforma</strong> que devolvem um rentabilidade mínima garantida de 3%.</p>
<p>Por norma este tipo de <strong>Plano de Poupança Reforma</strong> ainda oferece ao cliente a possibilidade de beneficiar da distribuição de resultados, logo podemos concluir que ainda há possibilidade de beneficiar de rentabilidades superiores a 3%.</p>
<p>Mas, vamos.nos focar na rentabilidade garantida e efectuar umas contas.</p>
<p>Bem, temos 20% mais 3% de rentabilidade mínima para o 1º ano e para os restantes anos temos, no mínimo, 3% ao ano de rentabilidade.</p>
<p>Se determinarmos a rentabilidade média anual mínima chegamos à conclusão que o beneficio do Estado devolve ao PPR uma majoração de 0,5% ao ano em 40 anos. Isto revela que o PPR irá possuir uma rentabilidade mínima de 3,5%.</p>
<p>Como todos sabemos 3,5% garantidos é uma taxa razoável para produtos de longo prazo sem risco de capital. É verdade que é possível melhores rentabilidades mas com risco de capital, embora todos sabermos que o prazo dilui o risco da operação mesmo assim existe risco.</p>
<p>Aqui está a razão pela qual digo que <strong>constituir um PPR não é assim tão mau…</strong></p>
<p>Abraço…</p>
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		<title>PPR e os beneficios Fiscais &#8211; uma opinião pessoal.</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 01:31:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>produtosbancarios</dc:creator>
				<category><![CDATA[Produtos]]></category>
		<category><![CDATA[Beneficios Fiscais]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados de Acções]]></category>
		<category><![CDATA[PPR]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Como todos sabemos existe uma tendência natural do cliente <a href="http://www.produtosbancarios.com">bancário</a> Português de deixar tudo para o último dia. Tal tendência por vezes levam os cliente bancários a valorizarem apenas os<strong> benefícios fiscais</strong> como principal factor de rentabilidade por um produto que a generalidade das vezes é efectuado por um período de tempo alargado, isto é, até à idade da reforma.</p>
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</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como todos sabemos existe uma tendência natural do cliente <a href="http://www.produtosbancarios.com">bancário</a> Português de deixar tudo para o último dia. Tal tendência por vezes levam os cliente bancários a valorizarem apenas os<strong> benefícios fiscais</strong> como principal factor de rentabilidade por um produto que a generalidade das vezes é efectuado por um período de tempo alargado, isto é, até à idade da reforma.</p>
<p>Muitos dos potenciais subscritores dos Planos de <a href="http://www.produtosbancarios.com/category/contas/">Poupança</a> Reforma não avaliam o impacto que tal disponibilização de capital para captação do benefício fiscal o que poderá representar um mau negócio.</p>
<p>A informação sobre este tipo de produto é imensa bem como a oferta por parte dos <a href="http://www.produtosbancarios.com" target="_self">bancos</a>. Na verdade é possível encontrar <strong>Planos de Poupança Reforma</strong> com capital garantido e sem capital garantido, com rentabilidade garantida ou sem rentabilidade garantida, indexados a taxas de referencia, a índices de acções ou cabazes de acções, a obrigações, etc..etc&#8230;</p>
<p>Mas na altura do cliente subscrever tal produto o que apenas vê é<strong> BENEFÍCIOS FISCAIS.</strong>&#8230;</p>
<p>Vou-vos dar um exemplo de como a subscrição de um <strong>Plano de Poupança Reforma</strong> pode ser um mau negócio.</p>
<p><em>Imagine que possui 25 anos, logo o prazo até à reforma seria de aproximadamente 40 anos. Decide aplicar 2.000 euros das sua poupanças num <strong>PPR </strong>comum com taxa garantida de 4%.</em></p>
<blockquote><p><em>Acredite que esta taxa de juro actualmente é muito difícil de encontrar em Mercado Português, mas mesmo que fosse valeria a pena?</em></p></blockquote>
<p><em>Acredito que existe outro tipo de investimentos que devolvem maiores rentabilidades a longo prazo e com risco reduzido, e por incrível que pareça, o Mercado de Acções é um exemplo claro dessa crença.</em></p>
<p><em>Apesar de pensar que é no Mercado de Acções que o risco maior habita, digo-lhe que concordo, mas também lhe digo que o tempo cura todas as feridas mesmo as causadas pelo risco. </em></p>
<p><em>O que quero dizer é que para um prazo de 40 anos o Mercado de Acções apresenta risco quase nulo e ainda todos os indicadores históricos montram que as principais praças revelam rentabilidades bem acima dos 10% ao ano nos últimos 20 anos e ainda que a nossa bolsa de valores PSI20 revela uma tendência superior a 10% mesmo nos últimos anos de instabilidade económica.</em></p>
<h4>E AGORA PENSA AINDA NOS BENEFÍCIOS FISCAIS&#8230;?</h4>
<p>Acrescento ainda que na generalidade dos casos os <strong>Planos de Poupança Reforma</strong> possuem encargos, nomeadamente, custos com emissão de apólices, comissões de subscrição e gestão, etc&#8230; que penalizam severamente a rentabilidade do produto.</p>
<p>Este tipo de investimento leva-me a acreditar que os aforradores Portugueses que valorizam este tipo de aplicação em troco de benefícios fiscais não valorizam o seu dinheiro, logo, se o aplicarem num produto sem risco incorrem no mesmo risco.</p>
<p>Quero dizer, o dinheiro que deixam de ganhar por aplicar num produto desta natureza em muito que ultrapassa o investimento efectuado e se o ganho é menor ao investimento temos prejuizo. Certo&#8230;</p>
<p>Pensem bem e acompanhem o <a href="http://www.produtosbancarios.com">Produtos Bancários</a> e simplifiquem a vossa oferta bancária&#8230;</p>
<p>Abraço&#8230;</p>
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