Trabalho por conta de outrem?

Na situação de crise que a economia atravessa, existem menos empregos, mas em contrapartida haverá mais clientes e mais compradores potenciais. Em teoria, não existe um limite ao número de serviços e produtos que lhes possam ser vendidos, embora a tendência seja para serem os indivíduos e empresas mais pequenas, a efectuarem as vendas.

De acordo com a opinião de vários economistas, a tendência actual do mercado é pensamos em termos de “compradores” e não de “empregos” e caminharmos para uma sociedade de trabalhadores por conta própria, possibilitando desta forma trabalho potencial para muitas pessoas. O importante é ter algo de útil para oferecer, ou seja, colocar ao serviço dos outros as suas competências, que podem ir desde conselhos financeiros, vender objectos feitos por si ou tomar conta de animais durante a ausência dos donos.

O mais importante de tudo é perceber as necessidades dos seus actuais ou futuros clientes, entender o mercado e possuir uma aptidão útil. No sector dos serviços não é preciso muito dinheiro para começar, em boa verdade para principiar é mais importante criatividade que capital.

Muitas vezes o problema reside no facto de aqueles que têm de ser os novos agentes por conta própria são os que, a nível geral, não têm qualquer preparação. São aquelas pessoas que foram despedidas dos seus empregos, se é que alguma vez tiveram emprego, são os rejeitados de uma sociedade dita “eficiente”.

Crie um espaço  virtual, desenvolva parcerias que o vá  tornando cada vez mais forte, tudo com o objectivo de ajudá-lo no seu actual ou futuro negócio. Ponha a sua aptidão a trabalhar, seja conhecido, marcando presença na Internet!

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Sobre o autor: Formado em Engenharia Eletrotécnica e em Psicologia Social.


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